• Flavia Andrade

1° encontro de mulheres na TI foi sediado na Casa da Mulher Brasileira


Evento defende a valorização feminina no setor. (Foto: Diogo Gonçalves)

Nesta segunda-feira (29), a mulher como profissional de Tecnologia da Informação no mercado de trabalho foi o tema central debatido no 1º Encontro de Mulheres na TI: das conquistas aos desafios (Emutec). O evento foi sediado na Casa da Mulher Brasileira.


A Agência de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec) em parceria com a Subsecretaria de Políticas para a Mulher (Semu), promoveu o encontro com o objetivo de desmistificar uma área que ainda é dominada pelos homens, estimular a participação feminina neste universo e ao mesmo tempo buscar a valorização e equidade entre homens e mulheres.



Diretor-presidente da Agetec, Paulo Fernando Garcia Cardoso. (Foto: Diogo Gonçalves)

De acordo com o Diretor-presidente da Agetec, Paulo Fernando Garcia Cardoso, “as mulheres têm total capacidade de atuar na área de exatas. Nós da Agetec temos o privilégio de empregarmos mulheres que tem expertise na área da tecnologia da informação e em tantas outras. Não há diferença nos resultados e não aceitamos tal diferenciação no dia-a-dia”, afirma.



Subsecretaria de Políticas para Mulher, Carla Stephanini. (Foto: Diogo Gonçalves)

Para a Subsecretaria de Políticas para Mulher, Carla Stephanini, “a iniciativa da Agetec para realizar o encontro ajuda a esclarecer dúvidas e incentivar mulheres a seguirem suas vocações mesmo que seja em áreas com predominância masculina . Possibilitar a troca de experiências, dividir os anseios e conquistas, fortalece nosso meio, que por sinal, mesmo tendo muitas profissionais qualificadas, ainda hoje, são preteridas em uma entrevista ou análise curricular, pelo simples fato de ser mulher. Mas nós podemos e queremos mais”, declara.


Segundo a organizadora do Emutec, Elaine Priscila Farias Rodrigues, gerente de implementação de serviços de infraestrutura da Agetec, “apesar dos avanços femininos na TI, os desafios sociais ainda falam alto. por mais inadmissível que seja uma mulher com o mesmo nível de conhecimento e experiência ganhar menos que um homem para o mesmo cargo, isso tem peso na decisão de muitas de continuar os estudos e se profissionalizar na área. Entretanto, temos os inúmeros exemplos daquelas que não desistiram e mudaram a história. É a hora de avançar”, conclui.

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©2018 by Flavia Andrade