• Flavia Andrade

Bolívia quer renúncia de presidente e fechamento das fronteiras


Evo Morales (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Após uma eleição conturbada na Bolívia, lideranças de oposição ao presidente Evo Morales, da Bolívia, decidiram radicalizar os protestos e paralisar o país. O evento liderado por Luis Fernando Camacho, presidente do Comitê Cívico Pró-Santa Cruz, onde os opositores afirmam que fecharão serviços públicos e fronteiras para bloquear a entrada de recursos e forçar a renúncia de Morales.


A oposição quer novas eleições e a saída do presidente. Ainda conforme Camacho, querem o apoio da polícia e das Forças Armadas para sustentar a paralisação.


Nesta teça-feira (05), Líderanças de oposição e do Comitê Nacional de Defesa da Democracia (Conade) decidiram "paralisar desde à 0h de hoje, todas as instituições estatais e as fronteiras da Bolívia de maneira pacífica, mas firme e comprometida, com a única ressalva de deixar funcionando os aeroportos internacionais e serviços básicos essenciais e emergências médicas".


No último sábado, Camacho afirmou que Evo Morales teria 48 horas para renunciar. O prazo do "ultimato" terminou na noite de ontem e Camacho decidiu ir a La Paz entregar ao presidente um documento pedindo sua renúncia.


Durante a madrugada, ao desembarcar na capital boliviana, o opositor foi impedido de sair do aeroporto, pois havia manifestantes pró-Morales esperando-o. Assim, ele teve de regressar a Santa Cruz na manhã de hoje por medida de segurança.


Ao desembarcar na capital boliviana, o opositor foi impedido de sair do aeroporto, pois havia manifestantes pró-Morales esperando-o. Assim, ele teve de regressar a Santa Cruz na manhã de hoje por medida de segurança.

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