• Flavia Andrade

Capacitação tecnológica dos colaboradores é o desafio do mercado de limpeza


(Foto: Divulgação)

A tecnologia chegou ao mercado de limpeza exigindo novas competências de uma mão de obra, até há alguns anos, restrita a habilidade do correto uso do mop e a operação de alguns equipamentos mecânicos.


Mops, baldes, produtos químicos, EPIs, sacos de lixo e um tablet ou um celular são os equipamentos, essenciais, que não podem faltar no carrinho de limpeza dos prestadores de serviço, que precisam atender as crescentes demandas dos gestores.  A Jani-King – líder em franquias de limpeza comercial – atrelou seu processo de transformação digital à capacitação do seu capital humano, com treinamentos específicos e contínuos que asseguram a entrega dos resultados.


No segmento de limpeza e conservação, até há pouco tempo, nem sempre treinamentos e tecnologias andaram de mãos dadas.


Há algumas décadas, os equipamentos não demandavam tantas horas de práticas para que o colaborador conseguisse operá-los. Eram relativamente simples, a maioria deles puramente mecânica: nada de diodos, transistores e chips. Leitura e interpretação correta de rótulos, dosagem correta de químicos, nem pensar – para que? Os limpadores disponíveis eram a infalível água sanitária, alguns detergentes e desinfetantes de uso doméstico. Nenhum mistério.


Mas o “tsunami” tecnológico chegou atingindo a empresas de todos os segmentos. E se alguém ainda acha que basta ao auxiliar de limpeza saber como usar o mop ou operar um aspirador, não poderia estar mais enganado.


Também no segmento de limpeza, os equipamentos atingiram um novo patamar digital de controles e robótica. A evolução tecnológica exige um novo perfil de profissional que deve ser treinado e reciclado constantemente para operar e aplicar corretamente os novos equipamentos e recursos digitais, que por sua vez, evoluem com muita rapidez.


Na Jani-King, por exemplo, o colaborador precisa ir além de simplesmente saber operar equipamentos modernos. O sistema de check list, via QR CODE, disponível nas instalações dos clientes da marca, necessitam, também, de um certo domínio tecnológico: direcionar o smartphone, responder a perguntas específicas, tirar fotos das áreas avaliadas, salvar e enviar para nuvem. Tudo isso exige um novo tipo de conhecimento e treinamento.


Parece uma tarefa complexa, mas com a aplicação dos métodos adequados e treinamentos regulares, não é: desde que haja escalonamento, regularidade e didática.


Em primeiro lugar, é preciso levar em conta que a “teoria na prática é outra”, portanto, a Jani-King tem uma grade de cursos e reciclagem, puramente prática, aplicada, a cada 15 dias, “no campo de batalha”, ou seja, onde os serviços são executados. “Sem uma equipe bem treinada, não há serviço bem feito, se o serviço não é bem feito, não há cliente satisfeito”, diz Marcelo Ferreira, diretor e Marketing e P&D da Jani-King Brasil.


Paralelamente ao processo de capacitação tecnológica foram desenvolvidos treinamentos específicos de valorização de colaborador, o que significa retenção de talentos e multiplicação de conhecimento entre as equipes. “São esforços paralelos com a mesma finalidade: capacitar e reter talentos, consolidando um patamar de eficiência que garante a entrega dos resultados aliada a valorização do capital humano”, completa Ferreira.


(** Com informações da Assessoria)

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