• Flavia Andrade

Capitão Contar cria Frente Parlamentar do Corredor Rodoviário Bioceânico


Durante reunião sobre o Corredor Rodoviário Bioceânico, Capitão Contar propõe Frente Parlamentar (Foto: Divulgação/Assessoria)

O deputado estadual, Capitão Contar (PSL), propôs a criação de uma Frente Parlamentar do Corredor Rodoviário Bioceânico durante a VIII Reunião sobre o assunto que está sendo realizada em Campo Grande. A intenção do parlamentar, que é presidente da Comissão de Turismo, Indústria e Comércio, é fomentar ações práticas para que o empreendimento se destaque em nosso Estado.

Para o parlamentar, “além do Brasil, precisamos da integração da Argentina, Chile e Paraguai, que já se mostraram proativos. Este é o momento de mostrarmos um trabalho forte, de união e de credibilidade para quem quer investir. Tenho certeza que, com o empenho de todos, Mato Grosso do Sul será colocado no centro da América Latina, como uma referência de turismo, empreendimento e empregabilidade”.

Visando o desenvolvimento do turismo em Mato Grosso do Sul, o parlamentar ponderou sobre a Audiência Pública que promoveu na ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) sobre o “Turismo de Mato Grosso do Sul”. “Dentre os assuntos propostos estavam a questão do Corredor Rodoviário Bioceânico, onde autoridades, trending de turismo e apoiadores participaram e puderam ouvir mais sobre o assunto. Entre os convidados, estava o ministro da carreira diplomática do Ministério das Relações Exteriores, João Carlos Parkinson de Castro, um dos responsáveis por este projeto”, declara Capitão Contar.

Ainda conforme o deputado, “Com a Audiência, a nossa intenção era mostrar que Mato Grosso do Sul tem muito a oferecer, mas o que falta é o diálogo. É abrir um debate e fazer com que as pessoas falem mais sobre o que temos em nosso Estado, como a nossa natureza, riqueza, geração de empregos e parcerias”, frisa o presidente da Comissão de Turismo e completa, “e esta Frente Parlamentar é para que isso ganhe ainda mais força. Pois, temos um objetivo em comum, o de fomentar o assunto e apoiar os envolvidos, trazendo desburocratização para que este projeto realmente funcione e saia do papel”, conclui.

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