• Flavia Andrade

Como a tecnologia pode auxiliar os professores na formação continuada


Com a Base Nacional Comum Curricular, como o professor pode se preparar e se atualizar para implementar currículos, ter uma formação contínua e atualizada de projetos pedagógicos?


Como pode implementar metodologias inovadoras para a Educação Infantil e Ensino o Fundamental?


E como os professores poderão auxiliar os estudantes a fazer suas escolhas e, ao mesmo tempo, o que as escolas e as redes vão precisar levar em consideração na hora de elaborar os itinerários formativos para o novo Ensino Médio?


Boa parte dos estados e o Distrito Federal já estão alinhados com a BNCC para a educação infantil e o ensino fundamental, e o mesmo vai ocorrer na implementação para no ensino médio. Mas há alguns desafios para os professores, como a falta de tempo, dificuldade de deslocamento e apoio com o material curricular, que precisam ser equalizados de forma fácil e eficiente.


Para dirimir essas e outras dificuldades do professor, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Pensando nisso, a revista Nova Escola, que há 33 anos trabalha com publicações para informações de gestores e professores, lançou uma ferramenta digital fundamental para que os professores consigam se atualizar em tempo real.


O processo de cocriação com a equipe da redação da Nova Escola foi elaborado por professores para professores para, entre outros objetivos, ajudar na implementação da BNCC e em outros temas relevantes para o dia a dia dos docentes.


Formação continuada


A formação dos professores no Brasil não dá conta da complexidade da carreira dentro e fora das aulas. Para isso, alguns aspectos importantes têm que estar na pauta dos docentes: formação profissional mais vinculada com a prática, produção de material curricular bem estruturado, avaliação e gestão escolar, maior atratividade da carreira.


O Brasil conta hoje com 2,2 milhões de professores que terão que se manter atualizados com conteúdo relevantes e diversificados, tanto nas escolas públicas com nas de ensino privado.


Ao criar uma ferramenta que não existe no mercado, a Associação Nova Escola quer ressignificar seu capital emocional, reconhecida por sua publicação mais antiga, a revista Nova Escola, que deixou de circular em outubro de 2019. “Acompanhando a realidade do educador, a Nova Escola agora passa por uma transformação digital que alcançará mais professores em todo país”, afirma Guilherme Luz, CEO da Nova Escola.


(** Com informações da Assessoria)




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