• Flavia Andrade

Consórcio como agente educador no comportamento financeiro do brasileiro


(Foto: Divulgação)

** José Roberto Luppi


É muito comum ouvirmos das pessoas que faltou planejamento para realizar determinado sonho, pois não souberam investir o próprio dinheiro, ou até mesmo, perderam oportunidades de conquistar algo por falta de capital. Ter uma boa educação financeira requer mudanças em sua forma de consumir. Grandes metas como: comprar um imóvel, carro ou fazer uma cirurgia plástica, pode acontecer se houver preparação.  

Nos últimos tempos, o número de pessoas que valorizam a importância do investimento financeiro, para a obtenção de um bem, aumentou muito. E nesse cenário, a procura pelo consórcio cresceu, demonstrando que o brasileiro passou a acreditar na modalidade e expõe maturidade quando se trata de suas finanças pessoais. 

Levando em consideração, ainda, o que se vive hoje, com uma provável recessão com o contexto instável econômico, se planejar não é mais um privilégio, mas sim, uma realidade para se precaver do que não se sabe e, ainda sim, ter a segurança financeira mediante as dificuldades que podem aparecer. 

Aliás, a disciplina é a principal aliada para quem almeja conquistar algo. O consórcio é o meio para quem deseja construir o seu próprio patrimônio e uma ótima escolha para quem não quer pagar juros. Para exemplificar, imaginemos que o consórcio é o personal trainner para suas finanças. Você precisa investir mensalmente na prática das atividades físicas para alcançar o shape desejado. Acontece da mesma forma com a aquisição do consórcio, é um dinheiro a ser aplicado a cada mês, que garantirá a concretização dos seus objetivos, ou seja, que o seu bem seja adquirido. 

O consórcio é um modelo de investimento que dá certo. Os consorciados entram em grupos e dificilmente desistem de pagar as parcelas, já que se sentem mais motivados. O valor varia de acordo com crédito, que pode ser pago de 36 a 200 vezes, e com poucos reais mensais, é possível programar a compra da sua moto, carro e até de sua casa. Com parcelas menores, que cabem no orçamento, as pessoas, literalmente, aprendem a poupar e a construir patrimônio.  

Uma pesquisa, divulgada pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), revela que jovens de 18 a 34 anos estão ligados nas compras de bens pelo consórcio. O estudo ouviu cerca de 1,6 mil jovens, divididos em dois subgrupos, um de 18 a 25 anos e outro com idades entre 25 e 34 anos. Os resultados mostraram que 49% de homens e 51% das mulheres têm desejos, basicamente, focados na qualidade de vida. Verificou-se também que nos dois grupos a poupança foi a mais citada com 92%, o que mostra jovens motivados em construírem o seu próprio futuro. 

Independentemente da faixa etária, o planejamento é a essência do consórcio e, também, do sucesso financeiro. Com ele, a aquisição de cotas, de forma programada e dentro de suas possibilidades, pode representar uma facilidade para você programar o seu futuro, o da sua família e até mesmo o da sua empresa, conquistando bens e ampliando seu patrimônio.   O consórcio é um agente educador dos novos tempos. É o modelo ideal de economia compartilhada. Ele conduz as pessoas e as famílias à formação de patrimônio e construção de um futuro financeiro mais seguro e confiável. Disso, eu não tenho nenhuma dúvida.  

*É diretor da BR Consórcios

0 visualização

067996110911

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • Instagram Social Icon

©2018 by Flavia Andrade