• Flavia Andrade

Dados da eficácia da CoronaVac devem ser divulgados pela Anvisa e Instituto Butantan


(Foto: Reprodução/JN)

Reunião virtual irá tratar dos protocolos para pedido de uso emergencial da vacina. Entretanto, liberação para uso precisa de aprovação da Agência de Vigilância Sanitária.


Nesta quarta-feira (06), representantes do Instituto Butantan se reúnem com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar dos resultados da CoronaVac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo Instituto em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.


A previsão é de que nesta quinta-feira (07), os dados sobre a eficácia dos testes feitos no Brasil sejam divulgados em coletiva de imprensa do governo paulista.


A fase 3 dos testes da CoronaVac no Brasil registrou pelo menos 170 voluntários contaminados, conforme o Governo Paulista ao site G1.


De acordo com o estudo conclusivo mede a taxa de eficácia do imunizante comparando quantos caos confirmados ocorreram nos voluntários que receberam placebo e quantos naqueles que tomaram a vacina. A taxa mínima de eficácia recomendada pela Anvisa é de 50%.


Em 2020, a Turquia informou publicamente ter chegado ao percentual de 91,25% de eficácia da CoronaVac em testes preliminares feitos com 1,3 mil voluntários.


Segundo informações do Butantan ao site G1, o envio dos resultados à Anvisa só poderá ocorrer após a Sinovac analisar os dados dos testes da vacina realizados com 13 mil voluntários no Brasil.


O Instituto encaminhou os números foram enviados no dia 23 de dezembro e a expectativa é a de que o processo fosse concluído até o dia 7 de janeiro.


Com o objetivo de que os dados sejam comparados aos resultados de pesquisas realizadas em outros países, evitando que a vacina tenha diferentes índices de eficácia anunciados.


Em seguida, os resultados finais serão encaminhados à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e à National Medical Products Administration, da China.


Sendo essa a última etapa para que o governo obtenha o certificado da Anvisa para o processo de registro da vacina no Brasil ou para um eventual pedido de autorização para uso emergencial.

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