• Flavia Andrade

Economia do País tem projeção de crescimento em 2%



Para controlar a inflação e alcançar a meta. (Divulgação/Bacen)

A estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,80% para 2,78. As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%. e serviços produzidos no país, estes apresentaram queda de 2,01% para 2% neste ano. Esta foiA a quarta redução consecutiva.


A estimativa de crescimento do PIB para 2020, caiu de 2,80% para 2,78. Já as projeções para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.


Os dados estão no boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central, em Brasília.


Com relação a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), permanece em 3,89% neste ano. Já a previsão para 2020, segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na projeção: 3,75%.


A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já a expectativa para 2020 está no centro da meta: 4%.


Com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com tolerância de 1,5 ponto percentual. A meta para 2022 ainda O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.


O Bacen usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro,deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Bacen optou por manter a Selic em 6,5% ao ano.


Com relação a 2020, a projeção para a taxa caiu de 7,75% ao ano para 7,50%. Para o final de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.


A Selic, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).


A manutenção segundo o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.


A cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim de 2019 e em R$ 3,75 no fim de 2020.

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