• Flavia Andrade

Mato Grosso do Sul tem o agronegócio como identidade econômica e social


(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Dados demonstram que o impacto do agronegócio na economia do Estado em 2018, o valor da produção agrícola atingiu cerca de R$ 19,1 bilhões, conforme o IBGE. Um aumento de 24,9% em relação à 2017. Os maiores responsáveis pelo desenvolvimento da região foram a soja com uma produção de 9,9 milhões de toneladas e o milho, que mesmo com problemas climáticos teve um bom preço de mercado com R$ 3,6 bilhões de reais.


De acordo com o vice-presidente das entidades Famasul, Senar, Funar, Aprosoja e Sindicado, e terceira geração de produtores rurais, Luis Alberto Moraes Novaes destaca que, “A missão do estado, foi criar o bom ambiente para que o produtor pudesse expressar este potencial. As produtividades agrícolas praticamente dobraram nos últimos 30 anos e ainda se desenvolveu tecnologia para uma segunda safra, um dia chamada de safrinha, mas que hoje já ultrapassa em volume de milho com relação ao volume de soja da primeira safra”, pontua.


Com relação a exportação, Mato Grosso do Sul é considerado o quinto maior exportador de carne in natura e quinto lugar em grãos. Os três maiores compradores são China, Chile e Arábia Saudita. Frigoríficos trabalham exclusivamente para abastecer o mercado chinês. A tendência é o aumento do consumo entre africanos, asiáticos e sul-americanos que irão consumir não só a carne de boi, mas frango e porco, tudo produzido em Mato Grosso do Sul.


O governo do Estado divulga a exportação de cerca de 117 mil toneladas entre janeiro e agosto de 2019, representando um aumento de 46% em relação ao ano de 2018. A receita da comercialização registrou valor de US$ 432,2 milhões.

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