• Flavia Andrade

Ministério da Agricultura proíbe venda de 6 marcas de azeite considerados impróprios para consumo


Os produtos fraudados encontrados pelo Mapa, continham mistura de óleos, sem presença de azeite de oliva. Devendo ser retirados do mercado até esta segunda. (Foto: Reprodução/Tv Vanguarda)

Após a descoberta da fábrica que fraudava os produtos, o Ministério da Agricultura proibiu a venda de seis marcas de azeite de oliva considerados fraudados e impróprios para o consumo humano. Devem ser retirados do mercado até esta segunda-feira (08), os rótulos Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto.


Segundo o Ministério da Agricultura, as redes de supermercado e atacado onde esses azeites foram encontrados foram intimadas as informar os estoques existentes. Caso continuem efetuando as vendas e sejam flagradas vendendo os produtos após advertência poderão sofrer multa de R$ 5 mil por ocorrência, mais 400% sobre o valor comercial dos produtos.


Os responsáveis pela distribuição das marcas são Rhaiza do Brasil Ltda, Mundial Distribuidora e Comercial Quinta da Serra Ltda.


Foram analisadas 19 amostras do Oliveiras do Conde; 8 do Quinta Lusitana e 2 da marca Évora. Os azeites fraudados foram encontrados a venda nos comércios de oito estados, desde Alagoas até Santa Catarina.


O Ministério da Agricultura alerta ainda que o consumidor deve desconfiar de azeites muito baratos. Os produtos fraudados custam, em média, entre R$ 7 e R$ 10, enquanto o verdadeiro azeite tem preço a partir de R$ 17.

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