• Flavia Andrade

Servidores Públicos da Prefeitura têm jornada de Trabalho alternativa decretada


(Foto: Divulgação/PMCG)

Nesta quarta-feira (18), um decreto com mudança na jornada de trabalho nas repartições públicas no Município foi publicado no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), com o objetivo de combater o novo Coronavírus, o COVID-19.


A Prefeitura considera o horário alternativo como meta para contribuir com a redução da disseminação da doença, priorizando-se os serviços essenciais e urgentes.


Conforme o decreto, o expediente na Capital, será reduzido entre os dias 19 de março a 6 de abril de 2020, passando a funcionar das 7 (sete) às 13 (treze) horas.


A medida não se aplica aos servidores que atuam na área de segurança pública e no sistema público de saúde.


As unidades administrativas trabalharão em sistema de rodízio, buscando garantir suficiente prestação dos serviços públicos, cuja redução do número de servidores será de 50% (cinquenta por cento) e a respectiva periodicidade será definida pela chefia imediata.


Os servidores que não cumprirem o expediente, neste período, estarão disponíveis via telefone, atendendo à carga horária de 6 (seis) horas.


Estão na escala de trabalho via telefone os servidores efetivos e comissionados que se enquadrem nas seguintes condicionantes: I – possuam doenças cardiovasculares ou pulmonares; II – possuam imunodeficiência de qualquer espécie; III – transplantados; IV – maiores de 60 anos; V – gestantes e lactantes; VI – que apresentam os sintomas da doença transmitida pelo vírus COVID-19; VII – que residem com pessoas nas situações listadas nos incisos I a VI. Art. 2º


Esta função segundo o decreto, consistirá no desenvolvimento, durante o período submetido àquele regime, das tarefas habituais e rotineiras desenvolvidas pelo servidor, quando passíveis de serem realizadas de forma não presencial, ou de cumprimento de plano de trabalho ou tarefas específicas, de mensuração objetiva, compatíveis com as atribuições do cargo ocupado pelo servidor, de sua unidade de lotação e com o regime não presencial.


Com decisão da chefia imediata poderá, a seu critério, ajustar o horário do expediente e o sistema em regime de teletrabalho, em conformidade com a necessidade de cada setor, com o objetivo de reduzir a aglomeração de pessoas e a exposição de agentes públicos.

Poderá ainda ser instituído regime de teletrabalho, no curso do período de emergência, a critério e nas condições definidas pela chefia imediata, para servidores cujas atribuições, por sua natureza e meios de produção, permitam a realização do trabalho remoto, sem prejuízo ao serviço público.


Este regime excepcional de teletrabalho deverá obedecer às seguintes diretrizes: I – o trabalho remoto não constitui direito subjetivo do servidor, efetivo ou comissionado, e poderá ser revogado a qualquer tempo a bem do serviço público. II – o servidor efetivo ou comissionado, em regime excepcional de trabalho remoto, deverá manter-se disponível e acessível durante todo o horário de sua jornada de trabalho, pelos meios usuais de comunicação, realizando em seu computador pessoal, as tarefas designadas pela sua chefia imediata. III – mesmo em regime excepcional de trabalho remoto, o servidor, efetivo ou comissionado, poderá ser chamado a comparecer ao local de trabalho a qualquer tempo, em caso de justificada necessidade, ressalvados os casos previstos no art. 1º, § 4º, incisos I a VII. IV – o regime excepcional de trabalho remoto não enseja qualquer tipo de ressarcimento, indenizações ou compensações. V – o teletrabalho não implica prejuízo funcional, remuneratório ou previdenciário. VI – metas e atividades deverão ser estabelecidas pela chefia imediata para o efetivo desempenho dos serviços no período do teletrabalho de que trata este artigo. VII – o controle acerca da produtividade dos servidores que atuarem em regime excepcional de trabalho remoto ficará sob a responsabilidade da chefia imediata.


As Secretarias poderão disciplinar, por ato próprio, quais os atendimentos considerados essenciais e urgentes, como medida útil à redução de aglomeração de pessoas.

Os Secretários estão autorizados a expedir atos complementares ao disposto neste Decreto, regulando situações específicas a respeito da progressão da contaminação do COVID-19.

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