• Flavia Andrade

Syngenta passa a exportar soja e milho de seus clientes diretamente para a China


(Foto: Reprodução/Internet)

Negociações serão feitas pela Nutrade, com longo histórico de transações envolvendo café e algodão. Denominada Agriculture Value Chain, a iniciativa deve conduzir o embarque dos primeiros volumes até o final desta safra


Alinhada aos seus compromissos com a sustentabilidade do agronegócio, investindo em inovação de produtos e tecnologias; em novas práticas comerciais e soluções financeiras; ou em formas estratégicas de acesso ao mercado, a Syngenta anuncia ao mercado mais uma iniciativa para beneficiar os produtores brasileiros: a Agriculture Value Chain. Valendo-se de sua experiência em negociações internacionais de café e na exportação de algodão, realizadas por meio da plataforma Nutrade, e dos fortes laços que possui com a China, a empresa ampliará seu foco e passa a atuar também com a exportação de soja e milho.

A negociação dos grãos será feita diretamente para a China e contemplará exclusivamente a produção de seus clientes, respondendo a uma demanda exposta pelo mercado durante o evento One Agro, realizado em junho de 2019. Para tanto, a Syngenta estabeleceu acordos estratégicos de fornecimento com a chinesa Sinograin, bem como fortaleceu laços com outros importantes importadores de grãos e soja do país asiático. Com isso, a companhia é a única do Brasil a oferecer este tipo de alternativa aos produtores.

“Nossa expectativa é embarcar os primeiros volumes de soja para a China neste modelo já no final desta safra”, explica Matthias Koenig, Diretor de Negócios da Nutrade. “Isso não significa que a Syngenta está entrando como novo player no mercado de trading. Nos vemos como um trader ‘boutique’, capaz de customizar soluções de uma forma diferente de tudo o que existe atualmente. Portanto, continuaremos apostando em nossas parcerias com as empresas do segmento, sempre em busca de novos modelos operacionais para beneficiar os clientes e aumentar sua lucratividade”, completa.

Acesso simplificado ao mercado chinês

A exportação de soja e milho será feita somente com os grãos negociados por meio da modalidade barter, ou seja, as commodities utilizadas como pagamento pelas tecnologias ofertadas pela Syngenta. Além de representar mais uma alternativa de escoação aos produtores, a Agriculture Value Chain também permite maior captura de valor e lucratividade, pois o processo de exportação é feito de modo simplificado e desburocratizado, conectando-os diretamente ao mercado chinês.

“Estamos construindo uma plataforma focada na exclusividade, qualidade de serviço e parcerias, utilizando os aprendizados de nossos muitos anos de operação com o café (“Nucoffee”) e o algodão. Usaremos todo o nosso know-how para identificar as melhores condições para o produtor em cada safra, de acordo com o comportamento do mercado. Isso significa que nossos clientes também continuarão tendo a opção de vender a outros traders dentro da modalidade barter, caso prefiram”, destaca Matthias.

Sustentabilidade no agronegócio

A Agriculture Value Chain é uma iniciativa que visa acelerar a sustentabilidade financeira dos produtores brasileiros. Portanto, a iniciativa está conectada ao Plano de Agricultura Sustentável da Syngenta, por meio do qual a empresa se compromete a investir US$ 2 bilhões em agricultura sustentável até 2025, além de lançar duas tecnologias disruptivas a cada ano.

“Este é um bom exemplo de aplicação prática do nosso Plano de Agricultura Sustentável, já que, por meio dele, visamos entregar cada vez mais opções que contribuam para a sustentabilidade econômica do agricultor. Assim, estamos inovando na forma de apresentar soluções de investimento e acesso a novos mercados, selando nosso compromisso constante de estar ao lado do agricultor durante toda a sua jornada”, sublinha Matthias.

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